O Banco Safra lançou um COE — Certificado de Operações Estruturadas — atrelado ao principal índice global de energia limpa, o iShares Global Clean Energy ETF, negociado no mercado americano com o código ICLN. Trata-se do COE energia limpa.

O COE-Safra é uma maneira eficiente e segura de se ter exposição a novos mercados e temas de investimento, com risco controlado. O ETF a que o COE-Safra energia limpa dá acesso foi criado em 2008 e é composto por cerca de 30 empresas globais que atuam em cadeias de energia solar, eólica, geotérmica, maremotriz, entre outras. O valor de mercado das companhias soma mais de US$ 5 trilhões.

As diferentes formas de energia limpa são a grande aposta para a matriz energética das nações industrializadas e o mundo em geral deixarem de depender dos combustíveis fósseis, diminuindo a mudança climática. Esse é um mercado em expansão e o ETF associado ao ICLN registrou uma valorização de 140% em 2020.

Uma característica especial do COE energia limpa, além do alinhamento com o movimento das economias mundiais de alcançarem emissões líquidas de carbono zero é que parte da receita do produto está sendo doada pelo Safra para a ONG Amigos do Bem. 

A Amigos do Bem trabalha para transformar vidas no sertão nordestino, por meio de projetos de educação, trabalho e renda, acesso à saúde, água e moradia.

Com isso, o certificado se destaca também pelo seu aspecto social, reforçando sua posição entre as opções de investimentos ESG/ASG — ambiental, social e de governança, na sigla em inglês.

Além da alta pontuação em critérios ESG/ASG, o produto permite uma diversificação geográfica e de risco interessante para os portfólios dos investidores. Entre os nomes com maior participação no índice a que o COE está atrelado estão atualmente os de empresas como:

  • Xcel, com ações na Nasdaq, a empresa de Minnesota atua em diversos segmentos de energia no Centro-Oeste dos Estados Unidos e é pioneira na redução de carbono no país, mirando diminuir suas emissões em 80% até 2030;
  • Enphase, empresa global de tecnologia com sede na Califórnia e ações negociadas na Nasdaq que oferece soluções para produção e armazenamento de energia solar;
  • Orsted, com ações na Bolsa de Copenhague, é líder mundial no mercado de energia eólica em alto-mar e tem como acionista majoritário o governo da Dinamarca;
  • Vestas, também listada na Bolsa de Copenhague, a empresa de mais de 110 anos tem a maior fatia de mercado na fabricação, instalação e manutenção de turbinas eólicas no mundo;
  • NextEra, negociada na Bolsa de Nova York e sediada na Flórida, possui entre suas subsidiárias a maior geradora do mundo de energia a partir do vento e do sol;
  • Enel, grupo italiano com ações na Bolsa de Milão, controla a líder global no mercado de energia limpa em termos de capacidade instalada do setor privado, operando em cerca de 30 países com diversas fontes, como eólica, solar, hidrelétrica e geotérmica;
  • Iberdrola, listado na Bolsa de Madri, o grupo espanhol tem a maior divisão de energia eólica do planeta, com geração principalmente de usinas nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Brasil e México.

Fonte:https://exame.com/bussola/coe-safra-e-a-opcao-para-investir-em-temas-de-impacto-com-risco-controlado/