No mundo, combustíveis fósseis, como o carvão e o óleo, ainda são as principais fontes para a produção de energia. Das chaminés sai o dióxido de carbono, principal causador do efeito estufa, responsável pelas mudanças climáticas nas últimas décadas.

No Brasil, a geração de energia limpa é maioria, já que de toda a energia produzida no país, 67% vêm de fontes hídricas e, com o aumento da demanda, a matriz vem se diversificando.

Força dos ventos

Uma dessas diversificações é a energia eólica, que representa quase 11% da matriz energética brasileira. São 742 parques distribuídos em 12 estados do Brasil.

Em julho, durante um único dia, a média de geração eólica chegou a mais de 11 mil megawatts (MW), o suficiente para abastecer o Nordeste durante 24 horas.

Além disso, a cada 1 megawatt (MW) de energia eólica produzida, 21 milhões de toneladas de gás carbônico deixam de ser lançados no meio ambiente.

Energia solar

Nos últimos anos, outras energias renováveis também começaram a ganhar destaque.

A energia solar, por exemplo, ainda é utilizada por menos de 1% da população, mas já atraiu mais de R$ 32 bilhões em investimentos ao país, desde novos modelos de negócios até tecnologias com o preço mais acessível ao consumidor final.

Atrelado a este desenvolvimento está a geração de empregos. Neste ano, o setor de energia solar pode criar até 120 mil postos de trabalho. Porém, segundo especialistas, ainda é necessária uma visão maior de futuro no Brasil.

Fonte:https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/cop26-energia-limpa-e-alternativa-para-conter-crise-ambiental/