Hidrogênio verde tem capacidade para realizar a transição energética.
Ele pode ser utilizado como fonte de energia para diversos setores, como transporte, indústria e geração de eletricidade

A transição energética é um assunto de interesse nacional. O Brasil é o país com o custo de produção mais baixo do mundo para o hidrogênio verde, devido ao grande potencial para produção de energia solar e eólica do território nacional.

As fontes de energia verde, sem resíduos de CO2, são renováveis, sazonais e não armazenáveis. Neste contexto o hidrogênio verde, como uma fonte de energia limpa, ganha destaque como um vetor da transição da matriz energética.

O hidrogênio verde emite apenas vapor d’água, ou seja, não deixa resíduos de carbono no ar como ocorre com o carvão e o petróleo. Desde o século 19, ele está sendo usado como combustível para carros, dirigíveis e naves espaciais.
Descarbonizar o planeta é uma das metas dos países de todo o mundo. Na busca pela pegada neutra de carbono, um futuro net-zero, as empresas buscam soluções sustentáveis de energia verde, com tecnologias e processos certificados.

Os investimentos brasileiros em hidrogênio verde somam esforços públicos e privados, buscando garantir a transição para um futuro ao mesmo tempo sustentável e lucrativo. São diversas as tratativas já em curso para garantir esse combustível, que pode ser obtido via energia solar, eólica, biomassa, biogás e etanol.
Em todos os setores industriais, o hidrogênio é cada vez mais considerado como uma fonte de energia do futuro. Um estudo da Goldman Sachs – “Hydrogen Equity Research 2022” aponta que o mercado para geração de hidrogênio atinja cerca de US$ 250 bilhões até 2030, com potencial de chegar a mais de US$ 1 trilhão até 2050.

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