Queda da Selic impulsiona energia solar e financiamentos aumentam 50%.
Aumento das contratações cresce desde agosto, quando o Copom iniciou cortes da taxa básica de juros; novas instalações também estão associadas ao aumento de temperatura
Os cortes na taxa básica de juros, iniciados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em outubro de 2023, têm impactado no volume de financiamentos para a instalação de energia solar nas residências.

Levantamento feito por empresa especializada do setor mostra que, de agosto a dezembro de 2023, cerca de 600 mil novas unidades consumidoras aderiram à tecnologia fotovoltaica, ante os 400 mil consumidores conectados no primeiro semestre do ano passado. Ou seja, o crescimento das unidades com energia solar em residências, empresas e propriedades rurais financiadas foi de 50% no período.
Em agosto do ano passado, o Copom decidiu reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual. A taxa estava em 13,75% ao ano desde agosto de 2022 e baixou para 13,25% naquele mês, depois de três anos sem cortes. Na primeira reunião de 2024, o Comitê optou por nova redução, de mais 0,5 ponto percentual, com a taxa chegando a 11,25%.

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