Relatório ‘A Maratona Amazônica’ mostra como Brasil pode liderar economia verde.
O setor privado precisa começar a amplificar seu engajamento com cientistas, organizações multilaterais e povos originários para que o Brasil se torne líder mundial de uma economia de baixo carbono. É o que aponta o relatório “A Maratona Amazônica: como o Brasil pode liderar a economia de baixo carbono da Amazônia para o mundo”, da coalizão AYA Earth Partners feito com apoio da consultoria Systemiq Brasil.
O documento traz análises sobre o potencial de geração de valor agregado para a economia do país e indica 11 jornadas para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico e ambiental da Amazônia Legal nos próximos oito anos.
A economia verde, diz o texto, poderá aumentar o PIB (Produto Interno Bruto) entre US$ 100 bilhões e US$ 150 bilhões, anualmente, até 2030, ao transformar o modelo econômico pouco eficiente no uso dos recursos naturais em um baseado na natureza, positivo para o clima e centrado em pessoas.
Para isso, será necessário um investimento em capital industrial e natural entre US$ 35 bilhões e US$ 76 bilhões por ano – valor que representa de 2 a 4% do PIB brasileiro.

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